A diferença enriquece

Século XXI. Um século de evolução, inovação e (novas) tecnologias. Mas, não será  também um século de retrocesso no respeito pelo ser humano?

Num século, e principalmente numa década, em que os diferentes e os oprimidos começaram a batalhar para ganhar voz, também se mostrou que a espécie humana, em parte, manifestou um grande retrocesso no respeito pelo próximo e pela diferença.

Na minha ótica, o ser humano regrediu no respeito e acentuou preconceitos. O medo de demonstrar o repúdio e a intolerância pelos outros tornou-se muito menor e isso é visível pelo facto de termos no poder de grandes e populosos países líderes xenófobos, homofóbicos, racistas, machistas e transfóbicos. Em síntese, líderes que disseminam o ódio em vez da paz e da segurança.

Podemos também afirmar que a falta de informação e de orientação, tanto em contexto familiar como fora dele, permite o avolumar do preconceito e da opressão na sociedade, pois a mensagem que passa assume que o diferente está errado e que o estereótipo construído pela sociedade é que está certo.

Para concluir, reitero que devemos respeitar o próximo, independentemente da identidade de género, da etnia, da cor ou da orientação sexual. As nossas diferenças não nos diminuem nem nos acrescentam, enriquecem-nos, pois todos somos únicos.

Ana Nogueira, 9.ºC

Clube de Jornalismo

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